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CAMINH�ES
08/12/2017 17h41
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Caminhões: Próximo ano promete


Apesar de os números não serem tão bons nos últimos meses, segmento cresce mês a mês. Marca sueca celebra fábrica de cabines

Fonte:Felipe Salomão/ Revista USAC News
Foto: Divulgação

Indique
Caminhões: Próximo ano promete

Segundo os dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores – Anfavea os dados do segmento de caminhões mostram uma melhora, porém, este ano não foi uma maravilha.
 
As vendas subiram 46% com 5 mil unidades em outubro deste ano, contra as 3,4 mil do mesmo mês de 2016, já ao comparar com o mês de setembro deste ano o crescimento é de 10,8%, ao defrontar 4,5 mil unidades comercializadas.
No acumulado, houve queda de 4,5% com 40,4 mil caminhões de 2017 e 42,3 mil do ano passado.
 
As exportações nos últimos dez meses atingiram 23,8 mil caminhões exportados, ante as 16,9 mil de 2016, que representa 41% de alta. Em outubro as 2,4 mil unidades foram maior em 42,2% contra as 1,7 mil exportadas no mesmo período do ano passado. Porém, ao defrontar com setembro houve redução de 2,3%.
 
A produção teve saldo positivo de 77,8% com as 8,2 mil unidades fabricadas em outubro, ante as 4,6 mil produzidas em 2016, em relação a setembro foi de 8,4% diante das 7,6 mil caminhões fabricados. No acumulado do ano, com 67,3 mil unidades, a alta é de 31,9% em relação as 51 mil do ano passado.
 
Vinte anos!!!
O Grupo Volvo comemorou 20 anos da fábrica de cabines de caminhões instalada no complexo industrial em Curitiba/PR. Por lá, são produzidas as linhas F e VM, tanto para o mercado brasileiro, quanto para América Latina.
 
“A produção de cabines no Brasil foi um ponto de inflexão na história do Grupo Volvo na América Latina. Ela permitiu ampliar nossos negócios na região, com novos veículos e tecnologias mais avançadas”, disse Jorge Marquesini, vice-presidente Industrial do Grupo Volvo América Latina.
 
Na época a construção custou US$ 50 milhões, além de fazer parte de um projeto de expansão industrial da Companhia no continente. Ao todo, US$ 400 milhões foram investidos, o maior recurso aplicado pela Volvo no País desde sua fundação.
 
“A fábrica de cabines incluiu a Operação brasileira no sistema industrial global da Volvo”, observa Cyro Martins, diretor de operações de Manufatura da Volvo no Brasil. Com novas cabines, foi possível produzir em território nacional o FH, o caminhão global da marca, um sucesso de vendas no Brasil nos anos 90, mesmo sendo importado da matriz na Suécia, tal a qualidade do veículo.


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