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REPORTAGENS
18/08/2016 09h00
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Celular no trânsito: É preciso desconectar!


Causador de graves acidentes e fatalidades no trânsito, o celular já é um inimigo

Fonte: João Pontaltti/ Revista USAC News*
Fotos: Divulgação

Indique
Celular no trânsito: É preciso desconectar!

Vício. Sim, ele gera a necessidade de estar conectado a todo tempo, na interação ou na comunicação de aplicativos e, principalmente, chats e redes sociais. A utilização do celular tem se tornado cada vez mai frequente em diferentes cenários onde a sua atividade possa ser inadequada em determinadas ocasiões.

 

No Brasil há mais de 255,2 milhões de usuários de telefones celulares, segundo a estatística de Maio de 2016 da Anatel, um número que evoluiu rapidamente de acordo com o crescimento da tecnologia e dos sistemas operacionais.



 

Acidentes

No setor automotivo, as preocupações em relação a utilização do celular só cresce, porque o número de usuários no trânsito e a quantidade de acidentes e fatalidades que têm causado só aumenta. O índice de acidentes já é alto nas principais metrópoles do país e com a utilização do celular, o risco para acidentes sobe 400% a mais. O uso do aparelho tira o foco da atenção dos motoristas e compromete a capacidade perceptiva das pessoas aumentando as chances de colisão.

 

Usar o celular enquanto dirige é tão ruim quanto guiar sob efeito de drogas e álcool porque a concentração é focada no aparelho e na atividade que no momento estiver sendo utilizada, e desta forma, os acidentes são mais passíveis de acontecer.

 

 

Em janeiro deste ano, com uma pesquisa realizada pelo Hospital Samaritano de São Paulo, com 4,1 mil pessoas, mostrou que 80% dos motoristas consultados utilizam os telefones celulares ao mesmo tempo em que dirigem. Dos entrevistados, 42% admitiram que enviam mensagens de texto enquanto dirigem e 8% disseram que não mudariam o comportamento, mesmo sabendo das consequências.

 

Alguns casos

"Em Porto Alegre/RS, eu estava dirigindo em uma via e ao mesmo tempo enviando mensagem para saber onde uma pessoa estava, perdi o controle da direção e a lateral do meu carro bateu na lateral de outro", conta o bancário Julio Cesar Alves.

 

O estudante de Engenharia Civil, Gustavo Henrique teve que contar com a sorte para não causar e sofrer um acidente: "Estava no meio de um engarrafamento e puxei meu celular para ficar conversando no WhatsApp e acelerei o carro. Quando eu olhei, o carro da frente estava parado e tive que frear rapidamente e tomar a consciência que por centímetros eu não tinha causado um acidente.Eu fiquei perplexo e sem reação".

 

 

"Estava dirigindo próximo ao bairro do Tatuapé, na cidade de São Paulo/SP e fui responder o WhatsApp. Eu não corria muito, estava a uns 20 km/h, mas como era uma descida, bati em cheio a lateral esquerda do carro na traseira de um modela da Mercedes-Benz. Além do susto, entortei o eixo dianteiro do meu carro e fiquei 20 dias sem ele, além de ficar cismada ao dirigir, porque minha habilitação era nova. Até hoje, não gosto nem que falem comigo se eu estiver no volante e mas tenho evitado dirigir desde então".

 

A cabeleireira Hemila Freitas também sofreu uma colisão: "Estava no percurso da minha casa para o meu salão e ao mesmo tempo respondendo chat de grupo de WhatsApp, aí não vi uma carroça parada no meio da rua porque o carro da frente desviou em cima da hora e como estava no celular, colidi com a carroça, onde meu para-choque ficou no chão já na colisão e o pneu furou".

 

Multa

Já que os casos aumentam a cada dia, usuários que forem flagrados falando ou manuseando - que antes não entrava na lei - o telefone, receberá uma multa de nível gravíssimo, isso porque foi sancionada a lei que altera o valor e o grau de perigo que o celular na direção oferece, ou seja, a multa que era de R$ 85,13 (média antiga) passará para R$ 293,47 (gravíssima nova). 



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